(Dm 16/8/09)
Leitura bíblica: Salmo 139:13-16.
Introdução: Ao longo da vida o ser humano vai mudando na forma como lida com o seu corpo físico. Da mesma forma, acontece com o nascido de novo, no modo como lida com o seu Corpo espiritual, a Igreja. “Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja” (Cl 1:24).
Pelo menos passamos todos por cinco fases, na relação com o corpo:
1. A criança não tem consciência do corpo. Dos limites, da dor.
Por isso ignora-o e magoa-se com frequência. Alguns convertem-se a Cristo mas nunca chegam a passar da mais remota infância porque nunca se integraram no Corpo.
2. A criança tem consciência do corpo mas não o valoriza. Pensa que é eterno e imutável. Sabemos que está lá quando necessitarmos dele. Impacienta-se quando não cresce com rapidez.
3. O adolescente valoriza o seu corpo mas pela negativa. Complexos, convive menos bem com ele. O adolescente na fé por vezes tem vergonha do corpo, acha-o desajeitado, em transformação.
4. A pessoa, na idade adulta, usufrui do seu corpo. O pleno uso das suas faculdades pessoais (talentos, dons, ministérios) potencia-se através do corpo. Está em paz com o corpo, reconhece que é o seu corpo, o seu único corpo. E vive bem com isso, tirando partido dele.
5. A pessoa, já na fase da maturidade, preocupa-se com o seu corpo. Tem consciência das fragilidades do corpo e a noção de que nada é eterno. Presta atenção essencialmente a coisas como:
a) a alimentação (Palavra);
b) o exercício físico e mental (comunhão com Deus e os irmãos, abertura aos não-crentes);
c) a higiene (contrição, arrependimento);
d) o descanso (prioridades bem escalonadas).
Conclusão: A nossa jornada é a caminho da maturidade cristã. Em que ponto estás na tua relação com o Corpo de Cristo?








