(7/12/08)
Leitura bíblica: Filipenses 2:1-10; I Coríntios 1:9; I João 1:3.
Introdução: A igreja foi, estabelecida para o testemunho da fé e o exercício da comunhão fraternal entre os crentes. A Ceia do Senhor é, por natureza, um acto simbólico de comunhão espiritual.
Definição: “comunhão” (do grego, koinonoia) significa: associação, comunhão, fraternidade, relacionamento íntimo, generosidade.
É um relacionamento espiritual, pessoal e social entre os que compõem a comunidade local de fé. É uma intensa partilha de tudo que se relaciona com a vida cristã. É caminhar, lado a lado, na vivência da fé.
Comunhão não é:
1. Unanimidade (conformidade integral de opiniões): todos pensam o mesmo.
2. Igualdade: todos são iguais.
Comunhão é:
1. Unidade na diversidade (de diferentes personalidades, dons, talentos, ministérios e operações). (1 Co 12:4-7).
2. Centralidade em Cristo e Sua Palavra (1 Co 3:11).
3. Testemunho ao mundo, de fé, esperança e amor (1 Co 13:13).
4. Partilha: de testemunho da experiência de vida cristã, de bênção, de provisão (“E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns. E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos”, At 4:32-34), de necessidades (“Comunicai com os santos nas suas necessidades”, Rm 12:13), de cargas (“Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo”, Gl 6:2), e até de estados de alma (“Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram”, Rm 12:15).
Conclusão: somos chamados a ser uma verdadeira família espiritual, cuja comunhão é exemplarmente simbolizada pelo acto de celebração da Ceia do Senhor ou Santa Ceia: partilhamos a mesa do Senhor.








