(Domigo 21/9/08)
Texto bíblico: Êxodo 12:37-41; 13:17-22.
Introdução: Estamos em crise, a nível mundial. Grandes bancos e seguradoras estão a falir.
A maior crise dos israelitas foi a crise do deserto. Andaram 40 anos (uma geração, na época) às voltas na Península do Sinai.
Quais são os perigos do deserto?:
1. Ficar agarrado ao passado: à cultura, adoração e estilo de vida do Egipto. O Egipto representa sempre o passado, mesmo o passado bom!
2. Não saber lidar com a privação e adversidade da jornada: falta de água potável “Que havemos de beber?” (15:24b).
3. Murmuração: o caminho mais fácil e perigoso é culpar Deus e os líderes levantados por ele; (Ex 15:21-24) em apenas 3 dias, passaram do louvor directamente para a murmuração! Quinze dias depois fizeram o mesmo por falta de alimento (16:1-3).
4. Alucinação (miragens do deserto): os falsos oásis; as falsas realidades.
Conclusão: A crise nunca é gratuita:
a) serve sempre para nos preparar para algo melhor (Terra Prometida);
b) traduz-se em crescimento e maturidade;
c) precede algo muito mais excelente; depois de Mara veio Elim, tiveram 12 fontes de água e 70 palmeiras (15:27); depois de Sim vieram as codornizes e o maná (16:11-16).








