(Domingo 5/10/2008)
Texto bíblico: At 2:22-47.
Introdução: No A. T. Deus foi-se revelando aos homens de muitas formas (Criador dos céus e da terra, Senhor dos Exércitos, o grande Eu Sou, Deus de Israel, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz, Deus Forte, Maravilhoso, Conselheiro). Por último veio a revelar-se como Pai, o que faz toda a diferença:
1 – O Pai deseja os filhos: “Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera” (Is 64:4).
2 – O Pai gera os filhos: “Sendo nós, pois, geração de Deus, não havemos de cuidar que a divindade seja semelhante ao ouro, ou à prata, ou à pedra esculpida por artifício e imaginação dos homens” (At 17:29a).
3 – O Pai ama os filhos e tem compaixão deles: “Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus“ (1 Jo 1:37); “Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou (…)” (Ef 2:4); “Porem tu, Senhor, és um Deus cheio de compaixão, e piedoso, sofredor, e grande em benignidade e em verdade.” (Sl 86:15).
4 – O Pai cuida dos filhos: alimenta, ensina, preserva, protege, exorta, disciplina: ”Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!” (Mt 23:37); “Mas a salvação dos justos vem do SENHOR; ele é a sua fortaleza no tempo da angústia.” (Sl 37:39).
5 – O Pai investe nos filhos: tem paciência, gasta tempo connosco, dá novas oportunidades, mantém expectativas. “Os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas (isto é, oito) almas se salvaram pela água” (1 Pd 3:18).
6 – O Pai quer ter prazer nos filhos e rever-se neles: “E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.” (Mt 3:17).
7 – O Pai quer comungar com os filhos: como ilustra a Parábola do Filho Pródigo.
Conclusão: O Pai convida todos os filhos à mesa da comunhão.








