Igreja do Jubileu

Histórico

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Somos uma igreja evangélica portuguesa, de origem pentecostal, a trabalhar em Setúbal desde 1947. Esta comunidade cristã é o membro nº. 23 da Aliança Evangélica Portuguesa, e membro fundador da Comunhão de Igrejas FRATERNAL.

 

VISÃO E PROPÓSITO

A IGREJA DO JUBILEU pretende desenvolver um ministério virado para a implantação do Reino de Deus baseado numa visão que assenta em seis pilares essenciais:

1. Proclamação do Evangelho, que é poder de Deus para todo o que crê

2. Partilha da Graça de Deus, a todos os homens

3. Ensino da Palavra – que é espírito e vida, luz e revelação para o crente – e formação espiritual

4. Estilo de vida, através do discipulado cristão a que todos somos chamados, tornando-nos cada vez mais imitadores de Cristo

5. Alcance, no sentido de influenciar os homens à nossa volta para que o sal seja de facto sal, e a luz do mundo brilhe em todo o lugar

6. Responsabilidade social, no compromisso e na intervenção comunitária, com vista a abençoar os mais pobres e necessitados.


HISTÓRIA

As origens da IGREJA DO JUBILEU (Assembleia de Deus de Setúbal) reportam a Maio de 1947, altura em que se iniciaram as primeiras reuniões de oração e pregação da Palavra de Deus, em casa particular, na residência de José Martins Pires (que se havia convertido à fé evangélica durante a sua permanência nos Açores, em cumprimento do serviço militar), o qual foi o fundador deste trabalho evangélico na cidade de Setúbal, juntamente com a sua esposa Maria, e que foi também seu responsável até à chegada do primeiro pastor residente, em 1955.

Depois disso a igreja contou com dois pastores titulares, ambos já falecidos, Durval Correia, cujo pastorado durou vinte e sete anos (1955-1982), e Virgílio Condeço, que dirigiu a igreja durante cerca de seis anos (1982-1988). Durante os seus pastorados, tanto um como o outro procuraram conduzir a igreja de acordo com a visão que tinham, fazendo o seu melhor. A igreja expandiu-se, ao longo dos anos, por todo o distrito de Setúbal, e mais tarde também no de Beja.

Em Dezembro de 1985, Brissos Lino foi ordenado pastor, passando a servir a igreja como co-pastor. Dois anos depois foi convidado pelo Presbitério para assumir o cargo de pastor titular da igreja, por indicação do pastor cessante, e com o apoio da liderança e da igreja, tendo desde logo reestruturado todo o trabalho, imprimido uma nova visão e uma forte dinâmica, especialmente a partir de 1990, desenvolvendo e implementando novos e importantes ministérios, tanto na área espiritual como social.

A partir daí a igreja tornou-se conhecida na cidade, e mais interveniente na comunidade, de modo que, passados alguns anos, já não era desconhecida da generalidade das pessoas, mas respeitada por população e autoridades.


 

Em meados de 1990 procedeu-se a uma revisão geral de estatutos, aprovada em assembleia-geral, visto os mesmos serem de há trinta anos atrás, estarem desactualizados, desenquadrados da realidade, serem anticonstitucionais, nalgumas das suas disposições, e impeditivos da expansão da igreja. Ainda em finais desse ano a igreja optou por se desvincular das suas ligações denominacionais, à semelhança de dezenas de outras igrejas locais da mesma fé e ordem, por todo o país.

Em 1992, e devido a um grande movimento de Deus, tanto local como nacional, decidiu a igreja passar a usar um nome menos “gasto” para o exterior, que exprimisse melhor e com mais fidelidade a renovação espiritual corrente, a visitação divina experimentada, e que consagrasse a nova visão de uma igreja mais interveniente na sociedade, mas sempre operando no poder do Espírito Santo.

 

 

EXPLICAÇÃO DO NOME


O nome, que significa “som de trombeta”, é inspirado do Ano do Jubileu celebrado no Antigo Israel, cada 50 anos, altura em que todos os escravos eram libertados, as terras e as possessões perdidas eram restituídas e os terrenos cultivados tinham o seu descanso (Levítico 25:8-41).

Mais tarde, Jesus Cristo, declarou que, consigo, era chegado o ano aceitável (de jubileu), isto é, uma nova época, no percurso da Humanidade, durante a qual, a pregação ungida do Evangelho, daria lugar a uma libertação alegre e gloriosa, do domínio do mal, na vida de todos os que se arrependessem dos seus pecados, e convidassem Jesus Cristo a tornar-se o Senhor e salvador das suas vidas.

Com efeito, todo aquele que vier a Jesus Cristo tem a certeza de por Ele ser recebido, porque essa é a sua vontade: “o que vem a mim, de maneira nenhuma o lançarei fora” (João 6:37). Ele mesmo, na cruz do Calvário, deu a sua vida, há dois mil anos atrás, de forma voluntária, para que nós hoje, pela fé, alcancemos vida abundante (João 10:10), libertos da miséria, da doença e do pecado.

 

soso bebe

Citações da Biblia

O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.
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