Igreja do Jubileu

Entrevista

Entrevista Com...

Claudia Aguizo

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Claudia Aguizo

 

“Ao fazermos teatro cristão estamos a pôr em evidência as características de Deus”


1.- Como chegaste à igreja e que impacto teve na tua vida.

Corria o ano 2003 quando decidi aceitar o convite de um amigo meu para conhecer a sua igreja, uma igreja evangélica, a igreja do Jubileu. A curiosidade era muita, pois a minha educação era católica, tinha frequentado escuteiros e catequese, no entanto nada destas coisas me tinha preenchido. Lembro-me perfeitamente desse primeiro dia, a primeira música que lá ouvi foi a “troco a vergonha” cantada pela Isabel, e curiosamente, nesse primeiro culto houve um pequeno sketch, aquele do cérebro, e dos braços, as várias partes do corpo… alguns devem lembrar-se! Admito que o facto de ter tido teatro logo no primeiro dia em que fui à igreja, ajudou a que eu ficasse deslumbrada, mas essencialmente o que mais me chamou à atenção foi a grande liberdade de expressão que encontrei naquele lugar. Ali as pessoas louvavam a Deus de coração aberto, sem se reprimirem. Era aquilo que eu queria para a minha vida, queria ter a intimidade com Deus que aquelas pessoas tinham. A perseverança desse meu amigo foi fundamental, sei que orou por mim muitas vezes em todo este processo, ainda hoje esse meu amigo, e namorado, o Joel, é um grande apoio espiritual para mim. Dois dias depois desse primeiro culto, no dia 17 de Junho de 2003, ele fez comigo a oração em que entreguei o meu coração e toda a minha vida nas mãos de Deus e aceitei Jesus como Senhor e Salvador da minha vida. Nesse dia o Joel disse-me que estava a haver festa no céu pela decisão que eu tinha tomado, e sei que também partilhou a novidade com o Mauro e ele se tinha alegrado muito. Na altura eu não entendia o porquê de tanta festa, mas com o tempo eu percebi que naquele dia eu tinha tomado a decisão mais importante da minha vida, e desde aí tenho visto Jesus trabalhar em mim, moldando-me e acrescentando-me.

Nunca desistam de conquistar os vossos amigos e familiares para Cristo, é das maiores alegrias que se pode ter! Sejam perseverantes na oração e mostrem-lhes o caminho. Eu sou a prova viva que funciona!

2.- Fala-nos um pouco sobre o gosto pelo teatro e de que forma isso tem sido canalizado para o serviço na Igreja.

O gosto pela representação já vem desde criança, acho até que já nasceu comigo. Na igreja percebi que o teatro também podia ser útil, pois as peças são mais uma ferramenta eficaz para se transmitir a palavra de Deus. A minha primeira peça na igreja foi ainda em 2003, em Dezembro. Surgiu no âmbito do clube T, era preciso alguém para encenar e de uma maneira natural passei a ser eu a ficar responsável por todas as actividades nesta área. Com o passar dos anos começou a surgir a necessidade de se criar um ministério de teatro, para que os envolvidos começassem a ter o seu espaço, a receber formação e a desenvolver actividades próprias. Assim, a 17 de Junho de 2006, curiosamente 3 anos depois de eu ter aceitado Jesus, surgiram os ICHTHUS (que significa, Jesus Cristo, Deus, Filho e Salvador).

3.- Achas que o ministério de teatro nas igrejas é pouco explorado. O que achas que falta?

Para além de pouco explorado penso que é também subestimado. A arte de representar não serve apenas para entreter as pessoas. As representações verdadeiramente inspiradas na palavra de Deus têm poder! Quer sejam peças de teatro, ou filmes, ajudam-nos a ter percepção de certos exemplos de uma maneira mais concreta e real. Fazem-nos reconhecer comportamentos e reflectir sobre eles. Já li testemunhos de pessoas que admitem que já restauraram relacionamentos e outros que vieram à salvação, após terem assistido a peças cristãs. Por tudo isto, é um ministério que deve ser mais desenvolvido nas igrejas.

4.- Relativamente ao Grupo de Teatro Ichthus, o que gostavas de fazer, enquanto ferramenta de evangelização e de difusão da palavra de Deus?

A médio prazo quero retomar os cafés-teatro. Era uma actividade que estava a ter bastante adesão, quer por pessoas da igreja, quer por pessoas de fora, por isso acho que recuperar esse formato de teatro e debate em volta de um ambiente acolhedor, será uma mais-valia para todos. A longo prazo gostava de por em prática o projecto JubiDrama, que consiste num concurso de grupos de teatro cristão.

5.- Consideras o teatro uma forma de adorar?

Sem dúvida. Ao fazermos teatro cristão estamos a pôr em evidência as características de Deus, as maravilhas que Ele fez e ainda hoje faz. É outra maneira de declarar que Deus que Ele é poderoso, que Deus é amor, e ao participarmos nas peças estamos também a adorá-Lo.

6.- Tens algum versículo em especial, que te tenha marcado e queiras partilhar?+

Vários versículos já me marcaram de muitas maneiras, mas partilho com vocês um versículo que andou comigo na carteira nos meus primeiros tempos de crente… “6 Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com acção de graças.7 E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.” Filipenses 4:6,7

7.- Que mensagem podes deixar a jovens que queiram servir a Deus na área teatral/dramática?

Servir num ministério da igreja é um trabalho que deve ser encarado com a maior seriedade. É um privilégio servirmos na casa de Deus e por isso devemos estar gratos pela oportunidade. É uma chamada que exige entrega, dedicação, responsabilidade e muitas vezes sacrifício. Sacrifício esse que é sempre compensado cada vez que vemos o nome de Deus ser exaltado. Servir na área do teatro implica todas estas coisas, aliadas ao dom de representar. Uns com mais facilidade que outros o importante é o gosto por servir nesta área, pois Deus sempre capacita os escolhidos!

“ E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.” Colossenses 3:17

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Hellen Santos

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“…corremos o risco de contactar com coisas que nos podem desviar do caminho que Deus tem para a nossa vida”


Hellen SantosJP. – Sabendo que vieste do Brasil, ainda criança, fala-nos um pouco da tua chegada e como foi a tua adaptação, a um país estranho.

Cheguei a Portugal no ano de 2002, tinha 13 anos , uma adolescente, e nesta fase é sempre mais complicado passar pelas mudanças. E como é obvio, na altura eu não reagi muito bem perante a situação de ter que deixar o meu país, meus familiares e amigos pra ir viver num outro país.
Foi uma mudança brusca na minha vida! Não foi fácil a adaptação. Embora a linguagem seja a mesma, entre Brasil e Portugal, a cultura é muito diferente. Tive que me habituar a muitas coisas, desde a alimentação até à vossa maneira de estar.
Claro que hoje, vejo de uma maneira diferente e mais amadurecida a decisão dos meus pais. E percebo também que foi um plano de Deus pra minha vida. Toda essa mudança e as situações que com ela veio, obrigaram-me a ter um crescimento prematuro e a ver a vida com outra perspectiva.

JP.-Como chegaste à Igreja, aqui em Portugal, e qual foi a importância da Igreja no teu crescimento, ao longo da tua adolescência?

A minha chegada à Igreja do Jubileu foi através do meu pai que já fazia parte da igreja à cerca de 3 anos. As pessoas que lá encontrei foram uma grande ajuda na minha adaptação.
Ao longo destes 6 anos, foi sem dúvida muito importante o papel da Igreja na minha vida. Nós, e principalmente na fase da adolescência, quando estamos fora dessa “área de protecção” corremos o risco de contactar com coisas que nos podem desviar do caminho que Deus tem para a nossa vida. E graças a Deus, na Igreja do Jubileu, pude encontrar amigos onde sempre apoiei-me e que deram-me toda a ajuda que eu precisei para manter-me na direcção certa.

J.P.-Em relação ao Retiro de Jovens, quais eram as tuas expectativas e qual o seu impacto, na tua vida?

Quanto ao retiro, buscava ter um bom momento de convívio com todo o pessoal envolvido, mas principalmente receber mais de Deus e da Sua palavra.
Muito resumidamente, o retiro para mim foi uma maneira de conhecer melhor, pessoas que ainda não tinha muito contacto, mas principalmente foi um momento de louvor, adoração e de reflexão com Deus.

J.P. – Se te pedissem para descreveres Deus, como o farias?

Pergunta difícil!… Pra mim Deus é amor. E assim como o vento, o amor não se vê. Mas podes senti-lo.

J.P. – Tens algum versículo ou pensamento, que queiras partilhar com quem estiver a ler esta entrevista?

Gosto muito de uma passagem da biblía que se encontra em Josué 1:5-9:
“Ninguém te poderá resistir, todos os dias da tua vida; como fui a moisés, assim serei contigo; não te deixarei nem te desampararei. Esforça-te, e tem bom ânimo; porque tu farás a este povo herdar a terra que jurei a seus pais lhes daria.
Tão-somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o cuidado de fazer conforme a toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares. não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido. Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o SENHOR teu Deus é contigo, por onde quer que andares.“

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Joel Soares

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“…Ele nunca desiste de nós”


Joel Soares1. Para muitos que não sabem, quase que “nasceste” nos bancos da igreja e cresceste na escola dominical. Quando sentiste dar o passo de aceitar Jesus na tua vida?

Comecei a ir à igreja ainda na barriga da minha mãe. À medida que crescia, aprendi que era possível ter uma amizade directa com Deus (não através da minha família). Por volta dos 14 anos, orei a Deus para que fosse Jesus a guiar a minha vida. Foi o início dessa amizade e um momento que guardo bem.. Estava na igreja, numa conferência, a ouvir “P’ra Te adorar oh Rei dos reis, foi que eu nasci….”



2. Quando e de que forma sentiste que tinhas uma chamada de Deus, para a área do louvor?
Meses depois desta decisão. Eu e dois amigos (Inês e Telmo) encontrámo-nos na igreja para orar uns pelos outros. Foi nesse momento que Deus plantou em mim um desejo grande de O servir através da música, de usar a música como ferramenta de adoração a Deus e de trazer a Sua presença às pessoas. Quando Ele nos chama, também nos capacita. Apesar dos meus medos, é isso que Ele tem feito.

3. Em tempos trabalhaste com a faixa etária correspondente aos adolescentes, na igreja. Fala-nos um pouco dessa experiência.
Deus é um Deus de gerações. Ele agiu em Abraão, Isaque e Jacob. É sempre um privilégio servir especificamente uma dessas gerações. Trabalhei com adolescentes durante dois anos (no “Clube T”), com o objectivo de fazê-los sentir-se acolhidos naquela que consideramos a “Casa de Deus” e, depois, motivá-los a terem um relacionamento com Cristo. Algumas das nossas actividades estão aqui http://clubet.wordpress.com

4. Fala-nos um pouco da tua experiência em Inglaterra, na academia de louvor, com o Chris Bowater e quais os momentos altos e os mais difíceis, dessa experiência?
Estive na Academia de Adoração do pastor Chris Bowater de 2006 a 2008. Viajava um fim-de-semana, a cada dois meses, para Inglaterra. Aprendi com pessoas (líderes de louvor, pastores,…) com quem nunca pensei estar, e tive momentos com  Deus marcantes. A Academia é para quem tem desejo de ser um adorador “em espírito e em verdade” e serve na igreja. Tem a ver com “construir pessoas” – ajuda a encontrarmos o nosso lugar na Obra, trabalha o coração e alarga a visão. A Academia, como diz o Chris, trabalha “a pessoa no ministério” mais que ”o ministério da pessoa”. Plantou em mim sementes cujos frutos hei-de colher até ao fim da vida.


5. Quais são as tuas expectativas para este novo ano?
São boas, apesar de tudo o que se diz. Os noticiários falam em crise e desmotivação, mas para o crente, a história tem que ser outra. Para nós (e através de nós), deve haver esperança e bênçãos.

6. Para terminar, que mensagem queres deixar para os jovens que estiverem a ler esta entrevista?
Deus está sempre lá. Podemos não o sentir, mas ele acompanha-nos. Podemos não acreditar, mas Ele acredita em nós. Até podemos desistir dele, mas Ele nunca desiste de nós.

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Valter Paulino

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“Hoje sinto que Deus, mesmo quando eu não estava nos seus caminhos, nunca me tinha abandonado.”


Valter PaulinoJP – Como começaste a tua caminhada com Cristo?

VP – Tudo começou na tenda do desafio jovem, tinha eu perto de 10 anos de idade.
Eles andavam por todo país e nessa semana estavam em Setúbal; num desses cultos, aceitei Jesus como Senhor e Salvador da minha vida – um dia que jamais irei esquecer. Algum tempo depois os meus pais deixaram de frequentar a igreja e eu também deixei de frequentar, apesar de mesmo assim ainda ir algumas vezes à escola dominical. Há cinco anos atrás voltei para os caminhos de DEUS, juntamente com os meus pais. Hoje sinto que Deus, mesmo quando eu não estava nos seus caminhos, nunca me tinha abandonado.

JP – Foi fácil para ti, integrares-te na Igreja?

VP – Sim, acho que foi fácil: sentia uma grande vontade de fazer novos amigos. E fui muito bem recebido por todos e hoje, sinto que encontrei uma nova família que tem sido importante em vários momentos da minha vida. Agradeço a toda a igreja a forma como me receberam.

JP – És baptizado? O que isso significa para ti?

VP – Sim sou baptizado, foi um dos dias mais importantes da minha vida que nunca irei esquecer.
Foi como ter nascido de novo – o deixar muita coisa errada para trás e começar a viver a vida segundo a vontade de Deus.

JP – Qual a importância de servires na Igreja, na área do som e do louvor?

VP – Para mim, é um prazer servir a Deus,seja a fazer o que for, seja no som ou no grupo de louvor.
Tenho um grande respeito e temor a Deus, por isso tento sempre dar o melhor de mim, pois JESUS tem dado sempre o seu melhor por mim.

JP – O que gostarias que Deus concretizasse na tua vida?

VP – Todos nós temos sonhos que ansiamos concretizar. Para mim, o mais importante é que a vontade de Deus seja feita na minha vida, pois sei que Ele tem o melhor para mim. Em todas as orações, o que lhe peço é que a sua vontade seja feita.

JP – Queres deixar algum pensamento ou versículo de encorajamento, para outros jovens que estejam a ler esta entrevista?

VP – Há um versículo com que me identifico muito, que ao lê-lo, vejo o que JESUS fez na minha vida – Salmos 40:1 e 2 – “Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor. Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos.“

OS PENSAMENTOS DE DEUS SÃO MAIS ALTOS QUE OS NOSSOS!!!

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Susana Costinha

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“Jesus é o amigo que nunca se cansa de nós”


Susana CostinhaJ.P. – Como começaste a vir à Igreja?

S. C. – Comecei, através das minhas tias.

J.P. – Alguns familiares teus são cristãos. Isso teve alguma influência na tua vida?

S.C. – Sim, bastante. Existe sempre uma palavra que fica, de diferente.

J.P. – Que significado tem Jesus na tua vida?

S.C. – Penso que em toda a minha vida, foi fundamental, mesmo quando estive mais afastada.

J.P. – Tens algum versículo, em especial, que gostes?

S.C. – Jeremias 33:3: “…Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes…”.

J.P. – O que te atrai nas Reuniões de Jovens?

S.C. – Ainda está tudo muito recente, mas acredito que vai haver muita coisa que me vai atrair, mas o convívio será uma delas.

J.P. – Que mensagem gostarias de deixar a outros jovens que estejam a ler esta entrevista, de forma edificadora?

S.C. – Acreditem que JESUS tem um poder maravilhoso e tremendo e que a vida sem “ELE” é bem mais difícil. Eu deixo-vos esta mensagem com conhecimento pois já estive bem afastada, mas mesmo assim , naquelas situações muito complicadas JESUS estava lá para me livrar no momento mais complicado. JESUS é o amigo que nunca se cansa de nós.

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Na rádio

MINHO E DOURO LITORAL (Rádio a Voz do Neiva 98.7 FM, às 22h); GRANDE PORTO E REGIÃO NORTE (Rádio Informédia 106.3 FM, às 22h); BEIRA ALTA (Rádio Soncentro 101.4 FM, às 22h e às 2h30); CENTRO LITORAL (Rádio Soberania 99.3 FM, às 21h30); Rádio Regional do Centro 96.2 FM, às 21h30); LISBOA NORTE E OESTE (Rádio Concelho de Mafra 105.6 FM, às 23h); GRANDE LISBOA E ALTO ALENTEJO (Rádio Lezíria 89.1 FM, às 19h15); BEIRA INTERIOR, ALTO ALENTEJO E ESPANHA (Rádio Beira Interior 92 FM, às 21h30) e ALGARVE E ALENTEJO (Rádio Fóia 97.1 FM, às 21h30).
Via Rádio Transmundial

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Citações da Biblia

Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.

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