Deus não se preocupa com o que temos nas mãos, mas sim o que temos no coração
1. Fala-nos um pouco do teu percurso, na Igreja.
Eu já ando na igreja desde o tempo em que andava na barriga da minha mãe. Comecei a frequentar a Super Igreja onde conheci Jesus pela primeira vez. Depois, o Ministério dos Discípulos de Jesus foi criado e transitei da Super Igreja para os Discípulos. Foi aí, que realmente percebi que Jesus me ama. Agora continuo o meu percurso com Deus, no Ministério dos Jovens com Propósito e, de certeza que passarei por muitos mais ministérios com o mesmo principio: adorar aquele que morreu por nós.
2. Como começou a despertar em ti, o interesse pela bateria e, há quanto tempo tocas?
Eu interessei-me pela bateria quando ainda era muito novinho, já quase que não me lembro como tudo começou. Acho que comecei a dar uns toques quando tinha 4 anos, e desde aí foi sempre a crescer, apesar de haver uns momentos da minha vida que, literalmente, não tocava na bateria, mas eu arrependi-me e agora invisto mais tempo na bateria. Apesar da bateria não ser um instrumento que se possa tocar sozinho, é um instrumento que me apaixonei e que dificilmente largarei.
3. Recentemente tiveste uma nova experiência, enquanto músico, no Musical Camp, do ministério Adonia. De que forma é que essa experiência foi marcante para ti?
Aprendi que numa banda musical não existe um “eu” e que trabalhar bastante compensa, pois Deus faz a sua parte. A banda passou por dificuldades, fizemos horas extra a ensaiar, mas Deus estava lá e ele ajudou-nos. Tivemos 3 concertos que dificilmente seriam superados.
4. O que significa para ti, servir a Deus, na área da música?
É uma verdadeira bênção Deus usar-me na área da música, sabendo que proclamo o nome do Senhor através da música e que sou uma bênção para os outros e para o Grupo do Louvor.
5. Queres deixar algum versículo que tenha um significado especial para ti?
Tenho dois, que encaixam bem na sociedade materialista em que vivemos: Mateus 6:19-20
“Não ajunteis para vós tesouros na terra; onde a traça e a ferrugem os consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem, e onde os ladrões não minam nem roubam.”
Deus não se preocupa com o que temos nas mãos, mas sim o que temos no coração. Porquê ser rico em material se a nossa vida na terra não é eterna?









